pub-9363386660177184 Pensando as Escrituras: A Bíblia Responde
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Muitos cristãos já leram a Bíblia inteira mais de uma vez. Outros, ainda carregam esse “sonho” no coração. Eles adotam o “plano de leitura anual” para o novo ano, mas, muitas vezes, fracassam no meio do caminho e acabam abandonando a leitura, transferindo a meta para o ano seguinte. Apesar do fracasso, eles compreendem a importância da leitura diária das Escrituras. Eles têm razão. Ler diariamente a Palavra de Deus deveria ser uma prática normal do povo de Deus.

Agora, se você conseguir ler a Bíblia inteira uma vez, isso quer dizer que você cumpriu com o seu dever e, portanto, não deve lê-la de capa a capa novamente? Certa vez uma pessoa disse algo mais ou menos nesse sentido para mim: “Se você já leu a Bíblia inteira, por que vai ler de novo?” Não podemos ler a Bíblia como se a sua leitura completa fosse a linha de chegada da vida cristã.

Devemos ler a Bíblia hoje, amanhã e sempre por inúmeras razões. Destaco apenas três para refletirmos. Em primeiro lugar, somos inclinados ao esquecimento das verdades eternas. Quantos versículos você é capaz de recitar de memória? Posso afirmar que 90% dos versículos que memorizei foram fixados em minha mente através da leitura constante das Escrituras.

O salmista, por exemplo, não se esqueceu de Deus, porque ele havia guardado os mandamentos do Senhor no coração: “Lembrei-me do teu nome, ó Senhor, de noite, e observei a tua lei. Isto fiz eu, porque guardei os teus mandamentos” (Salmos 119.55-56). Não é sem razão que Deus ordena que meditemos frequentemente em Sua Lei, seja em público ou em privado (cf. Js 1.8; Ed 7.10; Sl 1.2; At 17.11; Rm 15.4).

Em segundo lugar, não existe santificação sem o conhecimento das Escrituras. É muito equivocado pensar que o crescimento espiritual pode ocorrer sem a leitura, meditação e obediência às Escrituras. O corpo físico não recebe os nutrientes necessários se apenas olharmos e cheirarmos o alimento. Precisamos consumi-los.

Semelhantemente, ninguém cresce em santificação por ter uma Bíblia em casa ou por carregá-la debaixo do braço. Precisamos ler a Bíblia e aplicá-la em nossa vida. A Bíblia aberta e lida é a boca de Deus aberta trazendo conselhos, orientações e repreensões para nós. Embora o conhecimento bíblico sem a obediência seja algo terrível, não podemos ignorar o fato de que a obediência sem o conhecimento da Bíblia é algo impossível de existir.

Por fim, em terceiro lugar, Deus quer ser amado com o nosso pensamento: Jesus deixou isso claro: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mateus 22.37). Não temos a liberdade de pensar sobre Deus por nós mesmos, ou seja, não podemos pensar o que achamos ser o correto (“Deus deveria ser assim”, “Esse preceito aqui não faz muito sentido”, etc.).

Deus revelou o que deve ocupar o nosso pensamento. Ele determinou o que devemos pensar e, quando pensamos de acordo com a Sua vontade revelada, estamos O amando. Sendo assim, quando você terminar a leitura da Bíblia, recomece. Leia em uma versão, depois em outra e mais outra. Você não ficará de “saco cheio”, a menos que leia com a motivação errada. Precisamos entender que a Bíblia não é um livro como qualquer outro. A Bíblia é diferente e fascinante!

 

Fabrício A. de Marque

 

O livro de Apocalipse fala sobre a prisão de Satanás (cf. Ap 20.1-2). Muita discussão envolve essa temática, especialmente em relação ao período e ao significado desse aprisionamento. A minha breve argumentação a seguir mostrará que a prisão de Satanás ocorreu no passado. Antes de tirar qualquer conclusão precipitada, quero que você leia o texto com reflexão, calma e atenção.

Afirmar que Satanás já foi aprisionado parece, de fato, um grande absurdo para a maioria das pessoas. Isso porque, ao olhar para o mundo, vemos acontecimentos que parecem lançar por terra qualquer ideia de que o nosso inimigo se encontra preso. Todavia, a despeito da descrença majoritária, há evidências bíblicas suficientes que corroboram em favor da tese de que Satanás foi aprisionado no primeiro século da era cristã.

Permita-me, então, explicar melhor o significado desse aprisionamento. Quando a Bíblia diz que Satanás foi preso, isso não quer dizer que Satanás foi absolutamente impedido de atuar em nosso mundo. É um grande equívoco — e até ingenuidade — pensar que Satanás está completamente inativo e impossibilitado de lançar os seus dardos e tentações sobre os homens.

Quando lemos com atenção o texto de Apocalipse, logo percebemos que a prisão de Satanás foi determinada tendo em vista um propósito específico: não enganar as nações. Observe com atenção: “Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que não mais engane as nações [...]” (Apocalipse 20.2-3a).

Isso significa que Satanás foi limitado em sua ação de enganar as nações. Ele não pode mais enganar as nações da terra como ocorria no período do Antigo Testamento, antes da Primeira Vinda de Cristo. E por que não? Porque há uma promessa bíblica de que Jesus herdará todos os povos da terra. O próprio Deus Pai entregou as nações da terra como herança a Jesus: “Pede-me, e eu te darei as nações por herança e as extremidades da terra por tua possessão” (Salmos 2.8).

Assim sendo, Satanás não pode enganar as nações, porque as nações pertencem, por direito, a Cristo Jesus. Jesus é o Senhor das nações! Eu concordo com você que há vários incrédulos, espalhados pelo mundo, habitando em todas as nações da terra. No entanto, em nenhum momento a Bíblia ensina algum tipo de universalismo soteriológico. Todas as nações serão rendidas aos pés de Cristo, e não cada membro, sem exceção, da humanidade.

O Diabo continua sendo o pai da mentira, o acusador dos crentes e ele continua espalhando suas falsidades por todos os cantos. Apesar disso, o Diabo perdeu o poder de enganar as nações. Deus salvará os Seus eleitos para a vida eterna. Quem pode resistir ao poder regenerador do Espírito Santo? Como pode Satanás ser mais poderoso do que o próprio Deus soberano? Isso é simplesmente impossível!

Em suma, a prisão de Satanás significa que o seu poder enganador quanto à salvação dos homens foi grandemente limitado por Deus e, por isso, todas as nações da terra se renderão a Jesus antes de Seu Retorno em glória. Você e eu recebemos a tarefa e o privilégio de participar dessa obra divina. Afinal, Jesus ordenou: “Ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28.19-20).

 

Fabrício A. de Marque

 

Fico impressionado com a tolice de algumas pessoas. Ao invés de corrigir os seus desvios de caráter, preferem justificar a sua postura reprovável e colocar a culpa de seus pecados nas outras pessoas ou nas circunstâncias da vida. Quem age assim, provoca a ira de Deus e coloca-se debaixo de Seu julgamento.

Pense, por exemplo, em uma pessoa “casca grossa”, difícil de lidar. Sabemos que, em certo sentido, todos nós, sem exceção, somos pessoas difíceis. Afinal, somos pecadores por natureza, e pecadores são problemáticos. Todavia, não me refiro à pecaminosidade humana que é comum a todos, mas sim, à arrogância de algumas pessoas que humilham o próximo sob o argumento de que “eu sou assim mesmo”.

Convenhamos que o respeito, a educação e a ética são qualidades que todos podem cultivar, seja cristão ou incrédulo. Um ímpio pode ter uma vida eticamente exemplar em casa, no trabalho e na vizinhança. Isso porque, a despeito de ser destituído da glória de Deus, o ímpio ainda carrega a imagem e semelhança do Senhor em sua essência. É por isso que os incrédulos concordam conosco em relação a várias posturas éticas e morais.

Assim sendo, quando lidamos com pessoas estúpidas e desrespeitosas, estamos diante de pessoas que se acham melhores do que as outras. Dentre os ímpios, esse é um dos piores tipos. Se você questioná-lo: “Você não tem respeito pelos outros?”, ele vai dizer: “Esse é o meu jeito e não vou mudar por causa dos outros. As pessoas têm que me aceitar do jeito que eu sou!”. Pobre ignorante! De onde essa pessoa tirou a ideia de que todos têm que aceitar o seu jeito de ser?

O problema não é que as pessoas não aceitam o jeito dela. O problema é justamente o jeito dela! Percebe o jogo? As pessoas que não querem mudar transferem a responsabilidade sobre os outros. É mais fácil culpar as pessoas do que assumir o próprio orgulho e trabalhar para mudar. Afinal, se o problema não está em mim, eu não tenho do que me arrepender.

É muito difícil corrigir pessoas assim. A Bíblia diz que “quem repreende o zombador traz afronta sobre si; e quem censura o ímpio será insultado” (Provérbios 9.7). A Palavra de Deus não está desencorajando a repreensão. O ponto é que, ao corrigir um ímpio zombador, corremos um sério risco de sermos hostilizados. Mas devemos correr esse risco.

No fim das contas, o ímpio é quem se dará mal, pois “quem teima em rejeitar a repreensão será destruído de repente sem que haja remédio” (Provérbios 29.1). O meu conselho para você é: fique longe dos zombadores. Não dê liberdade para eles. Não permita que eles tratem você de qualquer jeito. Se necessário, seja firme e enérgico. Para manter a “ordem”, precisamos de firmeza. Firmeza não é falta de amor, mas uma de suas facetas.

Se até mesmo o Senhor detesta os perversos (Pv 3.32) e derrama maldição sobre a casa deles (Pv 3.33), não vejo motivo para aplaudirmos e “passarmos a mão” em sua arrogância. Essas são palavras duras? Talvez. E quem disse que a vida cristã é repleta apenas de “palavras doces”? Há palavras duras e amargas também. Que o Senhor nos dê sabedoria e firmeza em proporções iguais.

 

Fabrício A. de Marque

 

É crença comum associar o fim do mundo com tragédias e sofrimentos. Basta uma rápida olhada na literatura e nos filmes para constatar esse fato. A crença na piora do mundo faz parte da cosmovisão de muitos cristãos e de quase todos os incrédulos.

Essa crença, embora seja majoritária, não condiz com a revelação bíblica acerca do futuro da história. Muitos concluem que o mundo vai piorar até o Retorno de Cristo, porque interpretam certas profecias de maneira equivocada. Não só isso. A credibilidade que dão aos jornais é algo assustador.

Dá impressão de que os noticiários são inspirados pelo Espírito Santo. Não percebem que boa parte da mídia faz parte do sistema manipulador. Um dos objetivos da mídia tendenciosa é disseminar o terror e o pessimismo no coração das pessoas. Assim, aos poucos, vamos perdendo a coragem e a ousadia.

Em pouco tempo, ficamos conformados com a situação do mundo e paramos de lutar com a força que Deus quer que lutemos. O pessimismo contamina a nossa perspectiva de mudança e transformação. Se você acha que tudo vai piorar, é inútil lutar por qualquer progresso no mundo.

Em oposição ao pessimismo acentuado, a Bíblia nos fala de um futuro glorioso na terra, que será estabelecido pelo próprio Deus antes da inauguração do estado eterno. Esse futuro prometido nas Escrituras será marcado por paz, justiça e prosperidade em toda a terra. Teologicamente, chamamos esse período de Milênio.

Esse período antecederá o Retorno de Cristo e, ao mesmo tempo, será uma preparação para isso. As nações serão convertidas e discipuladas, cumprindo, assim, a Grande Comissão delegada por Jesus (cf. Mt 28.19-20). Haverá paz sem igual entre as nações, culminando no fim das guerras. Assim, se cumprirá Isaías 2.4.

Cristo, o Príncipe da paz, estabelecerá Sua paz e Sua justiça em toda a terra. Segundo a Bíblia, esse processo teve início na Primeira Vinda de Cristo, quando Ele, o Verbo encarnado, trouxe o céu à terra, isto é, estabeleceu o Reino de Deus entre os homens (cf. Lc 11.20). Além disso, em virtude de Sua morte e ressurreição, Cristo destruiu o Diabo (cf. Hb 2.14).

Portanto, o nosso inimigo está incapacitado de continuar enganando as nações (cf. Ap 20.3). Isso aconteceu, porque as nações da terra pertencem a Cristo. Deus, o Pai, prometeu dar as nações como herança ao Seu Filho (cf. Sl 2.7-8).  Essas e outras evidências apontam para a vitória retumbante do Reino de Deus na terra e na eternidade. O futuro será de glória, não de caos.

 

Fabrício A. de Marque

 

É biblicamente coerente casar com um incrédulo? O sentimento e o afeto em um relacionamento são mais importantes do que a fé e as convicções doutrinárias? O relacionamento entre um crente e um incrédulo pode, porventura, dar certo? Vamos refletir brevemente sobre isso. Quero destacar, antes de tudo, que minhas argumentações estão baseadas na Bíblia. Minha “opinião”, na verdade, se apoia no ensino bíblico.

Na segunda carta aos Coríntios, Paulo fala sobre o julgo desigual com os incrédulos. Ele não fala especificamente sobre o “amor entre casais”, mas sobre a participação de cristãos em práticas cultuais pagãs. Contudo, o princípio pode ser aplicado aos relacionamentos também. Paulo escreve: “Não se ponham em jugo desigual com os descrentes [...]” (2Co 6.14a). Por que essa proibição? Paulo está sendo intolerante e frio?

Nada disso! Pense comigo. O crente é chamado de “filho de Deus”, “nova criatura” e “luz” (Jo 1.12; 2Co 5.17; Ef 5.8). O incrédulo, por outro lado, é chamado de “trevas”, além de estar debaixo da ira de Deus, e não de Seu amor salvador (Ef 5.8; Jo 3.36). À luz dessa realidade, Paulo questiona: “[...]Como pode a luz conviver com as trevas? Que harmonia pode haver entre Cristo e o diabo? Como alguém que crê pode se ligar a quem não crê?” (2Co 6.14b-15).

A pergunta é retórica. Envolver-se intimamente com uma pessoa incrédula pode comprometer sua ética e sua moralidade cristã. Aliás, as más companhias corrompem o bom costume (1Co 15.33). Quando um crente se casa com um incrédulo, essa pessoa está assumindo uma companhia que lhe causará muitas dores de cabeça, a menos que Deus, por misericórdia, decida salvar o incrédulo também. Mas isso não é regra. E se Deus não salvar? A pessoa terá que carregar as consequências de sua escolha para sempre.

Imagine, por exemplo, como será a rotina dessa união. O crente diz: “Vamos ler a Bíblia e aprender mais sobre o Senhor?”. O incrédulo rebate: “Ah não! Vamos fazer outra coisa”. No domingo, o crente diz: “Hoje é dia de culto. Vamos à igreja”. O incrédulo retruca: “Pode ir você. Eu vou ficar em casa descansando”. Sem contar aquelas situações mais complicadas em que o cônjuge incrédulo proíbe o cônjuge crente de servir a Deus.

Eu citei apenas dois exemplos. Poderíamos citar outras áreas, como dinheiro, criação de filhos, etc. Com isso, eu não estou dizendo que casamentos em julgo desigual não podem ter nenhum momento de prazer e tranquilidade. É claro que podem. No entanto, os bons momentos não podem compensar as brigas e os desentendimentos gerados pela escolha errada. Haverá sempre aquele pensamento: “Eu não deveria ter entrado nesse casamento. Se arrependimento matasse...”.

Particularmente entre os jovens, eu vejo bastante precipitação. Já que o sexo antes do casamento é errado, então muitos se casam na pressa de satisfazer os seus desejos. Ainda citam a Bíblia para justificar a precipitação: “É melhor casar do que arder em desejos” (1Co 7.9). O problema é que alguns não levam em conta outros fatores de maior importância que terão repercussão de longo prazo. Esses jovens vão sentir na pele o arrependimento à medida que o tempo passar.

Por fim, é importante esclarecer que a situação que apresentei é diferente daquela situação em que uma pessoa se tornou cristã depois de casada. Sendo assim, a Bíblia não aprova a decisão de um crente se casar com um incrédulo. Por mais que justificativas sejam apresentadas, elas não podem alterar o que está escrito na Palavra de Deus. Se você começou errado e está namorando um incrédulo, não prossiga. Coloque Cristo em primeiro plano. Não permita que esse relacionamento seja um obstáculo entre você e seu Senhor.

 

Fabrício A. de Marque

 

O que é “acaso”? Segundo o dicionário, acaso é um “acontecimento imprevisto; acidente; sequência de eventos cuja origem não depende da vontade; sorte”. Percebe-se que, de acordo com essas definições, o acaso é algo completamente impessoal.

Apesar disso, alguns tentam transformar esse conceito impessoal em algo pessoal e próximo do ser humano. Você vai se lembrar da famosa música “Epitáfio” do Titãs: “O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído...”.

Biblicamente falando, não existe acaso. Esse é um conceito pagão e desprovido de esperança. A Bíblia, por outro lado, ensina a doutrina da providência divina. Tudo o que acontece no mundo é orquestrado por Deus.

Deus pode fazer algo de maneira direta, o que é chamado de “causa primária”. Exemplo disso são os milagres. Mas às vezes Deus pode fazer algo indiretamente, o que é chamado de “causa secundária”. Nesse ponto, pense na ação de Deus através das leis da natureza, das pessoas, e assim por diante.

A doutrina da providência ensina que o controle de Deus não se limita às circunstâncias cotidianas. O controle de Deus também abrange o coração e as ações humanas. Por exemplo, Deus pode endurecer o coração daqueles que se recusam a se arrepender dos seus pecados. Um coração teimoso pode ser endurecido mais do que já está (cf. Rm 1.24-26, 28).

A doutrina da providência não deve gerar medo em nós, mas temor. Medo e temor são ideias diferentes. Se o mundo fosse governado pelo acaso, aí sim teríamos motivos para nos preocupar. Afinal, que consolo e proteção haveria numa força impessoal e indiferente ao sofrimento humano?

Sendo assim, descanse no cuidado soberano de Deus. O governo de Deus é regado com graça, amor e cuidado. Não é soberania nua e crua, sem bondade. O Senhor cuida dos animais, da vegetação, dos mares, dos pássaros e dos homens. Ele está no trono conduzindo todas as coisas conforme a Sua vontade.

 


Fabrício A. de Marque